ELEGIBILIDADE DA SIMPLIFICAÇÃO DA TERAPIA ANTIRRETROVIRAL DE PRIMEIRA LINHA PARA O HIV EM UMA REGIONAL DE SAÚDE BRASILEIRA
DOI:
https://doi.org/10.18316/sdh.v13i2.11768Resumo
Introdução: em 2021 o Ministério da Saúde brasileiro liberou a simplificação da Terapia antirretroviral de primeira linha para o HIV a fim de reduzir a complexidade do tratamento e a toxicidade em longo prazo em pacientes elegíveis. Objetivo: descrever a elegibilidade da simplificação da terapia antirretroviral de primeira linha nas pessoas vivendo com HIV em uma regional de saúde brasileira. Método: trata-se de estudo observacional e transversal, com variáveis de interesse idade, sexo, tempo de diagnóstico e os critérios de simplificação da Nota Informativa n° 22/2021 do Ministério da Saúde. Os dados foram coletados em prontuário e sistemas Laudo e SICLOM. Os pacientes foram classificados nos grupos passíveis e impedidos de simplificação. Resultados: dos 1656 pacientes da regional, 1200 são impedidos da simplificação. A carga viral foi o maior motivo de impedimentos. 456 pessoas não possuem critérios de impedimento e não foram simplificadas por motivos individuais. Houve associação estatisticamente significativa entre o desfecho simplificação e as variáveis faixa etária e tempo de diagnóstico. Conclusão: os fatores que mais impedem simplificações de terapia antirretroviral de primeira linha nesta regional são relativos à frequência de solicitação e atualização de exames, seguidos de questões individuais da complexa interação médico-paciente-serviço.
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